Sinceramente, acho que o meu maior problema é não ter problemas... Problemas cotidianos até tudo bem, é uma coisa que todo mundo tem, mas nada de interessante acontece na minha vida. Absolutamente nada. Férias, feriados, finais de semana... Todos voltam com várias novidades, vários acontecimentos, e eu? Nada. Eu me sinto como a psicóloga, porque só escuto. Dou alguns conselhos também, mas não são bons. E eu mesma não sigo meus conselhos, então o que adianta? É mais ou menos aquilo: Faça o que eu digo, não o que eu faço. Ou talvez: Não faça o que eu digo, muito menos o que eu faço. Ou não faço.
Nada de novas amizades, nem de amores antigos. Até porque não existem amores antigos. Mas também amores futuros não aparecem... Acho que estão em um futuro longe. Acho que o que eu mais sinto falta é disso. De um amor. Estranho sentir falta de alguma coisa que eu nunca tive. Porque nunca tive um amor, no máximo, achava alguém interessante. Eu queria ter alguém pra pensar todos os dias, alguém pra conquistar, alguém pra abraçar... Amores platônicos de atores que moram do outro lado do mundo não me satisfazem mais. Quero alguém real. Alguém que eu possa tocar. Alguém que saiba que eu existo. Alguém que saiba lidar com o meu pessimismo exagerado e a minha bipolaridade. Que não se deixe levar pelos meus dramas e que ria das minhas piadas por piores que sejam.
É. Eu quero alguém do meu lado. Só. Será que é pedir muito?
Me espera amor que estou chegando, depois do inverno a vida em cores, me espera amor nossa temporada das flores. (Leoni - Temporada das Flores)
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Sorte de hoje
Hoje entrei no orkut e vi uma sorte de hoje diferente, e é exatamente o que estou vivendo:
"O segredo da felicidade no trabalho reside em uma palavra: excelência. Faz bem aquele que gosta do que faz"
Eu estava pensando nisso esses dias. É incrível como nos empolgamos quando estamos fazendo uma coisa que gostamos de fazer. Eu pelo menos me empolgo.
Depois de mais de 1 ano longe do teatro, eu voltei. Voltei pra mergulhar de cabeça, pra me doar mesmo. Aprender tudo o que eu não aprendi. Aprender todas as técnicas, todas as expressões, todas as respirações... Tudo o que eu puder! Ir sem medo de errar, de parecer ridícula, de receber críticas. Uma hora eu ia ter que encarar. Poxa, é isso que eu gosto de fazer! Não posso abandonar a única coisa que me deixa feliz por ter medo de coisas bobas.
Na verdade, nunca tive medo de fazer teatro. Essa é uma das únicas coisas que eu realmente nunca tive medo, por incrível que pareça. Mas eu sempre levei o teatro como um hobby, uma coisa pra me distrair, pra me relaxar. Sempre funcionou muito bem. Mas de uns tempos pra cá eu venho reparando que isso é a única coisa que eu SEI fazer. E que eu GOSTO de fazer. Está escrito em todos os lugares, sabe? Posso ler 200 horóscopos que todos vão dizer que essa parte artística faz parte. E eu vou ignorar? Lógico que não!
Como eu queria que desse pra VIVER de teatro nesse Brasil. Acho que seria a melhor coisa que aconteceria, sério. Mas enquanto isso não acontece, vou fazer o possível e o impossível para que eu possa, pelo menos, fazer o meu teatrinho sem cobrança, sem medo de ser feliz. Enquanto o sucesso não bate à minha porta, vou aproveitando os meus momentos de anonimato. Quem sabe um dia eu não viro uma Fernanda Montenegro da vida?! ;)
"O segredo da felicidade no trabalho reside em uma palavra: excelência. Faz bem aquele que gosta do que faz"
Eu estava pensando nisso esses dias. É incrível como nos empolgamos quando estamos fazendo uma coisa que gostamos de fazer. Eu pelo menos me empolgo.
Depois de mais de 1 ano longe do teatro, eu voltei. Voltei pra mergulhar de cabeça, pra me doar mesmo. Aprender tudo o que eu não aprendi. Aprender todas as técnicas, todas as expressões, todas as respirações... Tudo o que eu puder! Ir sem medo de errar, de parecer ridícula, de receber críticas. Uma hora eu ia ter que encarar. Poxa, é isso que eu gosto de fazer! Não posso abandonar a única coisa que me deixa feliz por ter medo de coisas bobas.
Na verdade, nunca tive medo de fazer teatro. Essa é uma das únicas coisas que eu realmente nunca tive medo, por incrível que pareça. Mas eu sempre levei o teatro como um hobby, uma coisa pra me distrair, pra me relaxar. Sempre funcionou muito bem. Mas de uns tempos pra cá eu venho reparando que isso é a única coisa que eu SEI fazer. E que eu GOSTO de fazer. Está escrito em todos os lugares, sabe? Posso ler 200 horóscopos que todos vão dizer que essa parte artística faz parte. E eu vou ignorar? Lógico que não!
Como eu queria que desse pra VIVER de teatro nesse Brasil. Acho que seria a melhor coisa que aconteceria, sério. Mas enquanto isso não acontece, vou fazer o possível e o impossível para que eu possa, pelo menos, fazer o meu teatrinho sem cobrança, sem medo de ser feliz. Enquanto o sucesso não bate à minha porta, vou aproveitando os meus momentos de anonimato. Quem sabe um dia eu não viro uma Fernanda Montenegro da vida?! ;)
terça-feira, 11 de maio de 2010
Meus erros...
Faz um tempo que eu venho percebendo os erros que eu tenho cometido. Percebi também os meus enormes defeitos, que precisam ser corrigidos. Um deles é o meu pessimismo exagerado. Eu tenho um pensamento tão negativo que até eu mesma me surpreendo. Engraçado que esse pessimismo só está presente no que é relacionado a mim. Quando uma amiga pensa em fazer alguma coisa, ou quer alguma coisa, eu sou uma das primeiras a dar o maior apoio. Se dependesse de mim tudo daria certo pra elas. E a maioria das vezes não depende. E as coisas que são pra mim eu sempre penso que não vai dar certo, e essas sim, dependem de mim. Mas eu não consigo entender por que é assim. E eu não consigo mudar também. Se eu pensasse positivo, não estaria sendo eu, estaria mentindo pra mim mesma.
Outro péssimo defeito e erro é a minha mania de me esconder, de fugir. Eu sinceramente não tenho a coragem de me jogar, de dar a cara pra bater e aguentar as consequências depois. Tenho medo de sofrer e me recuso a chorar por alguém. Eu sempre penso que aquela pessoa não estaria chorando por mim, então ela não merece minhas lágrimas. Orgulho. É, pode ser chamado de orgulho também.
Não espere que eu tome alguma atitude, porque eu não vou tomar. Eu não vou correr atrás. E nem vou facilitar. Muito pelo ao contrário, vou fazer de tudo, como sempre, pra fugir de qualquer sentimento que tenha a chance de crescer. Errado, eu sei. Mas e daí? Não vou conseguir mudar.
Já vi tanta gente chorando por pessoas que não se importavam. Por pessoas que nunca mereceram essas lágrimas. Não quero ser mais uma dessas. Eu não nasci pra sofrer por alguém que não me quer. E o maior problema de todos é que existe tanta gente mau caráter, tanta gente cafajeste, que quando aparece alguém que me diz a verdade, que faz elogios sinceros, eu não consigo acreditar. Não consigo porque eu estou acostumada a ver tanta gente mentindo e enganando, que é impossível saber quando me falam a verdade.
Eu não acredito nele. Eu não acredito em você. Eu não acredito em mim.
Sempre acho que sou muito menos do que dizem que eu sou.
E sim, eu sou muito menos do que dizem que eu sou.
Outro péssimo defeito e erro é a minha mania de me esconder, de fugir. Eu sinceramente não tenho a coragem de me jogar, de dar a cara pra bater e aguentar as consequências depois. Tenho medo de sofrer e me recuso a chorar por alguém. Eu sempre penso que aquela pessoa não estaria chorando por mim, então ela não merece minhas lágrimas. Orgulho. É, pode ser chamado de orgulho também.
Não espere que eu tome alguma atitude, porque eu não vou tomar. Eu não vou correr atrás. E nem vou facilitar. Muito pelo ao contrário, vou fazer de tudo, como sempre, pra fugir de qualquer sentimento que tenha a chance de crescer. Errado, eu sei. Mas e daí? Não vou conseguir mudar.
Já vi tanta gente chorando por pessoas que não se importavam. Por pessoas que nunca mereceram essas lágrimas. Não quero ser mais uma dessas. Eu não nasci pra sofrer por alguém que não me quer. E o maior problema de todos é que existe tanta gente mau caráter, tanta gente cafajeste, que quando aparece alguém que me diz a verdade, que faz elogios sinceros, eu não consigo acreditar. Não consigo porque eu estou acostumada a ver tanta gente mentindo e enganando, que é impossível saber quando me falam a verdade.
Eu não acredito nele. Eu não acredito em você. Eu não acredito em mim.
Sempre acho que sou muito menos do que dizem que eu sou.
E sim, eu sou muito menos do que dizem que eu sou.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Time sem vergonha, torcida com vergonha.
Tudo bem, eu sei que quarta-feira já passou, que a Copa do Brasil é passado e etc. Mas eu não sei por quê eu precisava estreiar esse blog falando do Palmeiras. Há alguma coisa entalada na minha garganta... Alguma coisa que eu não consigo engolir de jeito nenhum.
Ontem cheguei na escola e o primeiro professor a pisar na sala de aula era um flamenguista. Nem colocou as coisas em cima da mesa e já começou o seu discurso: "Porque o meu time fez o que deveria, ao contrário de outros timecos que não conseguem se manter em um campeonatinho."
A carapuça serviu certinho. De quem mais ele poderia estar falando? Lógico, ainda tinha os vascaínos e tricolores, mas eu sentia que era pra mim. Alguns botafoguenses tomaram as dores e foram protestar, mas o professor fez pouco caso: "E eu nem estou falando do Botafogo. O time de vocês não está em nenhum campeonato." E eu fiquei com raiva... Não do professor, mas do jogo do dia anterior. Toda a raiva que eu tinha esquecido durante a noite, voltou.
Nunca fui uma pessoa que usa desculpas esfarrapadas pra justificar uma derrota, do tipo, "o jogo foi roubado", a não ser que o jogo realmente tenha sido MUITO roubado (o que anda acontecendo muito ultimamente). Mas nesta quarta não foi. Eu não assisti o jogo, confesso. Eu fico nervosa, começo a arrancar as minhas unhas e pular no sofá. Preferi poupar o meu coração ouvindo o jogo da sala e acompanhando pelo twitter. Meu pai disse que eles jogaram mal. Meu irmão também. Enfim.
Hoje o meu querido professor de matemática E flamenguista (errado duas vezes! Flamenguista e matemático) veio me perguntar com aquele sorrisinho cínico no rosto: "Palmeirense, qual foi a sua maior satisfação na quarta feira? Ver seu time perder pro Atlético-GO ou ver o Corinthians ser eliminado da Libertadores?" Alguém ainda quer saber o que eu respondi? Alguém, por favor, me diga a satisfação que eu tenho vendo meu time perder NOS PÊNALTIS pro poderoso Atlético-GO? Eu ainda estou tentando descobrir.
Mas eu também me pergunto... de quem é a culpa? Do Zago que é inexperiente? Do DS7 que não corre? Da diretoria que não contrata? Eu não sei, mas quero saber. A torcida quer saber! A torcida precisa saber. Precisamos de resultados, não de promessas.
Só tenho uma certeza, que a humilhação não foi maior por causa de uma pessoa chamada São Marcos, vulgo Marcos Roberto Silveira Reis. O cara!
Ontem cheguei na escola e o primeiro professor a pisar na sala de aula era um flamenguista. Nem colocou as coisas em cima da mesa e já começou o seu discurso: "Porque o meu time fez o que deveria, ao contrário de outros timecos que não conseguem se manter em um campeonatinho."
A carapuça serviu certinho. De quem mais ele poderia estar falando? Lógico, ainda tinha os vascaínos e tricolores, mas eu sentia que era pra mim. Alguns botafoguenses tomaram as dores e foram protestar, mas o professor fez pouco caso: "E eu nem estou falando do Botafogo. O time de vocês não está em nenhum campeonato." E eu fiquei com raiva... Não do professor, mas do jogo do dia anterior. Toda a raiva que eu tinha esquecido durante a noite, voltou.
Nunca fui uma pessoa que usa desculpas esfarrapadas pra justificar uma derrota, do tipo, "o jogo foi roubado", a não ser que o jogo realmente tenha sido MUITO roubado (o que anda acontecendo muito ultimamente). Mas nesta quarta não foi. Eu não assisti o jogo, confesso. Eu fico nervosa, começo a arrancar as minhas unhas e pular no sofá. Preferi poupar o meu coração ouvindo o jogo da sala e acompanhando pelo twitter. Meu pai disse que eles jogaram mal. Meu irmão também. Enfim.
Hoje o meu querido professor de matemática E flamenguista (errado duas vezes! Flamenguista e matemático) veio me perguntar com aquele sorrisinho cínico no rosto: "Palmeirense, qual foi a sua maior satisfação na quarta feira? Ver seu time perder pro Atlético-GO ou ver o Corinthians ser eliminado da Libertadores?" Alguém ainda quer saber o que eu respondi? Alguém, por favor, me diga a satisfação que eu tenho vendo meu time perder NOS PÊNALTIS pro poderoso Atlético-GO? Eu ainda estou tentando descobrir.
Mas eu também me pergunto... de quem é a culpa? Do Zago que é inexperiente? Do DS7 que não corre? Da diretoria que não contrata? Eu não sei, mas quero saber. A torcida quer saber! A torcida precisa saber. Precisamos de resultados, não de promessas.
Só tenho uma certeza, que a humilhação não foi maior por causa de uma pessoa chamada São Marcos, vulgo Marcos Roberto Silveira Reis. O cara!
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